Luz

Luz

 

LUZ é uma radiação eletromagnética capaz de produzir sensação visual, ou seja, injetamos potência nas lâmpadas através da tensão até que a lâmpada emita radiação suficiente sensível ao olho humano.

 

 


O que os componentes elétricos carregam? POTÊNCIA e TENSÃO:

Potência é a velocidade de transferência da energia e que no nosso caso é medido em Watts.

Potência Consumida é a energia elétrica consumida por uma fonte luminosa medida em watts (W). Para fontes que funcionam com auxílio de equipamentos (transformadores e reatores), deve-se considerar a potência consumida pelos mesmos, somada à potência das lâmpadas. Diante dessas definições precisamos saber qual é a potência de cada refletor para que saibamos quando, como e onde usá-los.

Tensão é a medida em Volts da corrente que passa por dentro dos cabos que é diretamente relacionada à medida que o refletor ou aparelho eletrônico precisa para ser ligado, podendo ter variações. Normalmente são duas 127V e 240V. Caixas GBR, ou de distribuição, se dividem nessas duas tensões (127V e 240V), que podem ser alteradas mecanicamente com recursos como:

- Quebra-galhos de 240V – duas pernas macho, cada uma em fase de 127V diferente, com uma tomada fêmea na ponta que com duas pontas 127V, ou seja, 240V.

- Séries: é um by-pass ligado num AC de 240V que faz com que consigamos fazer funcionar o refletor 127V, ligando dois refletores de mesma potência, ignorando o neutro dos mesmos. (configuração de dois ou mais componentes de um circuito eléctrico, ligados de modo a que a corrente circule em cada um, sucessivamente)

 

Existe uma variedade enorme de tipos e potências de refletores no mercado, mas quando iniciamos o processo da Direção de Fotografia, devemos nos atentar aos detalhes, como o ambiente que iremos captar as imagens,  pois  se for um interior pequeno podemos pensar em utilizar um refletor de 650W, já numa situação exterior dia e tendo que “brigar” com o Sol (desafio dos trópicos), devemos pensar em refletores com uma qualidade de lâmpada e potencia alta.

No caso das residências devermos acha o equilíbrio das luzes pontuais com as que fazem o enchimento do ambiente, atentando para não marcar e/ou destacar pessoas e sim objetos apenas.

É importante sabermos que a qualidade da lâmpada é o princípio primordial para que tenhamos uma boa iluminação. A qualidade da lâmpada é dividida em 3 características:

 

 


 

Índice de Reprodução de Cor:

O IRC é uma escala percentual que indica o quanto das cores iluminadas, em uma determinada superfície padrão, são perfeitamente distinguíveis. As lâmpadas que têm a maior percentagem de IRC são as que se aproximam da luz do Sol tendo melhor reprodução de cor. Obs.: Esta avaliação acima não tem relação com a brancura da luz.

 

Eficiência Luminosa – K=lm/w:

É a relação entre a potência ou consumo e o fluxo luminoso (quantidade de luz) emitido por uma lâmpada. Através dessa equação pode-se se determinar, se uma lâmpada ilumina mais ou menos que outra, ou qual lâmpada ilumina melhor um determinado espaço, garantindo melhor luminância.

Eficiência = fluxo luminoso/potência

 

Temperatura de Cor:

Essa forma de avaliação foi determinada a partir da comparação da cor da luz emitida por um corpo sólido negro e de sua temperatura em graus Kelvin, ou seja, aplicou-se calor neste corpo sólido, que em determinado momento começou a emitir uma cor laranja amarelada, medindo-se sua temperatura (t) encontrou-se 2000 graus Kelvin (K). Aplicando-se mais calor chegou-se a uma variação desta cor na direção do branco azulado, atingindo a temperaturas (t) na faixa dos 6000 graus Kelvin (K). Após essa medição, se faz uma comparação associativa com as diversas lâmpadas e institui, em caso de semelhança de cor, a temperatura correspondente. Quanto menor for a temperatura de cor, mais avermelhada a luz será, e quanto mais alta a temperatura de cor, mais azulada será.

 

temp cor dia

 

 

TEMP COR

TEMP COR

 

A parte visível do eletromagnético contém todas as cores, desde o vermelho até o violeta; esta radiação capaz de produzir uma sensação visual chamamos de LUZ.

As cores podem ser formadas a partir de 3 cores fundamentais: VERMELHO, VERDE e AZUL.  A combinação dessas cores pode formar qualquer cor, inclusive o branco.

A mistura dessas 3 cores fundamentais, em proporções diferentes ou iguais nos dará todas as cores possíveis, isto em relação à LUZ (radiação eletromagnética visível), pois as tintas não se comportam desta maneira.

 

 

Cores FUNDAMENTAIS, PRIMÁRIAS ou BÁSICAS:

RGB

Cores Primárias

 

 

 

SÍNTESE ADITIVA

 

SINTESE ADITIVA

SINTESE ADITIVA

Síntese Aditiva é chamada desta maneira porque formamos o branco e as cores pela adição das cores primárias, ou seja, vermelho, verde e azul. E como vimos na tabela acima as cores formadas pela combinação das primárias são as cores complementares: amarelo, ciano e magenta.
Uma cor pode ser chamada de complementar da outra quando ela se anula em conjunto com a outra, ou seja, quando juntamos as cores primárias da síntese aditiva: vermelho e azul, para termos a cor complementar do verde, que é o magenta. Quando queremos corrigir uma cor no laboratório ou no Color Corrector utilizamos a síntese subtrativa. Ex.: Se temos um excesso de vermelho, vamos adicionando azul e verde que formam o ciano para que o vermelho seja subtraído, ou diretamente colocamos ciano para diminuir a intensidade do vermelho. Veja a tabela abaixo e suas respectivas subtrações.

 

Cores COMPLEMENTARES ou SECUNDÁRIAS:

 

YCM

YCM

 

SÍNTESE SUBTRATIVA

 

SINTESE SUBTRATIVA

SINTESE SUBTRATIVA

 

 

Síntese Subtrativa é chamada desta maneira por sempre se utilizar de outra cor com mais ou menos intensidade para que se obtenha a diminuição do excesso da cor desejada.

 

 

 

Uma boa fonte de luz difusa é a melhor opção na hora da escolha do refletor. Utilizando uma grande fonte de luz temos o controle da situação, pois, podemos chegar à intensidade perfeita na pessoa ou objeto iluminado.

 

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